No dia 15/01/2012, entrei em um blog e descobri a turma do Sambô. Achei legal e coloquei uns links aqui.
Ontem eles foram tocar no BBB12. Acho que em breve eles sairão do semi-anonimato.
*****
Minha bota chegou hoje.
Tão linda.
No dia 15/01/2012, entrei em um blog e descobri a turma do Sambô. Achei legal e coloquei uns links aqui.
Ontem eles foram tocar no BBB12. Acho que em breve eles sairão do semi-anonimato.
*****
Minha bota chegou hoje.
Tão linda.
No meu bairro tem uma casa que me intriga.
Na verdade não é a casa que me intriga, mas os bichos da casa.
A casa tem uma janela que dá pra rua, e que é toda gradeada.
E os bichos ficam ali, na janela.
Tudo bem, tudo normal, né.
A questão é que são dois cachorros e um gato.
Convivendo em paz e harmonia.
Na verdade, numa vibe melhores amigos ever.
O gato fica lá, os cachorros do lado, apreciando a paisagem.
Acho que qualquer dia o gato vai estar em cima do focinho de um deles, assim, relaxando, na moral.
Morro de vontade de tirar uma fotinho, mas sempre passo de ônibus.
Enfim, só sei que acho interessante ver essa amizade. Qualquer hora consigo uma foto pra mostrar pra vocês.
Por que todo dia eu tenho que ver alguém cuspindo na rua, meu Deus??
Por quê? Por quê? Por quêêêêêêêêêêêê????
“Mas chegou o Carnaval / e ela não desfilou…”
Não desfilei e tive crise de sinusite.
Não desfilei, tive crise de sinusite e não dei parabéns pros aniversariantes.
Devo, não nego, assim que puder me desculpo dignamente.
É Carnaval!! Esquindô, esquindô!!
Então, é Carnaval, né?
Maior sol lindão, monte de blocos na rua, quase geral de folga até quarta-feira…
Eu acho legal. Especialmente a parte do sol lindão e da folga até quarta-feira.
Mas é o que eu já escrevi aqui, a muvuca já não me encanta. Ou melhor, mega-muvucas não me encantam.
Numa muvuca é possível ter um mínimo de conforto. Mas em mega-muvucas não, e aí que já tô mesmo velhinha pra isso. Outro dia meu amigo me disse que isso é pensamento de velho, e na boa acho que é, a cada dia quero menos programas de índio na minha vida e nem me envergonho disso.
Quero sombra, água fresca, e se alguém quiser me abanar eu também aceito.
De onde sou uma foliã toda trabalhada no desfile cama-sofá, sofá-cama.
Fora que este ano tenho um bloco hospedado na minha casa: irmã, cunhado e sobrinhos. Rola toda uma energia dentro do apertamento.
Melhor parte? Comida, muita comida. Tenho que admitir que no quesito alimentação eu sou muito bem tratada. Quando tem visita em casa, então, é a maior farra gastronômica, porque rola a tentativa de agradar todo mundo.
No mais, tenho visto as minhas séries, tenho feito trabalhos de faculdade (tenho dois pra terminar hoje) e tô super tranquilinha como se tivesse tomado remedinhos controlados.
Coisa maluca, né?
Mas de fato não tô achando nada ruim, tá tudo bom assim.
E viva o Carnaval!!
Eu sou a garota perdida no vento
Eu sou essa chuva que cai sem parar
Eu sou esse inconstante movimento
Eu sou essa luz piscando no radar
Eu não faço ideia do que estou fazendo
Mas faço o que eu preciso fazer
Por vezes me quebro, mas não me arrependo
Eu vivo o que eu acho que deva viver
Eu tenho tanta coisa pulsando aqui dentro
Um coração faminto, uma sede no olhar
Eu morro, mas renasço, tal flor de setembro
Eu não sei os limites pra me limitar
***
(escrita hoje, após longo tempo sem inspiração)
Hoje eu vi uma senhorinha no ponto de ônibus com a bolsa pendurada no pescoço. Vejam bem, não era pendurada no ombro, de ladinho, as usual. Era uma bolsa comum, pendurada no pescoço, como se fosse um colar. A senhorinha já é bem velhinha, e acho que ela queria deixar os braços bem livres pra facilitar dar o sinal pro ônibus e entrar nele. Essas liberdades que só gente bem velhinha pode tomar sem ser necessariamente taxada de maluca. Bem, a gente até pode achar meio maluquinha, mas dá um desconto.
***
Odeio gente que cospe na rua. Acho de uma falta de educação… Fico irritada quando vejo qualquer pessoa cuspindo na rua. Quando é mulher, então, acho pior ainda. Como diria Sandra Annenberg, “que deselegante!”
***
Falta de educação incomoda mas a gente releva, né, é irritante mas não chega a ser grave. Pior é tomar conhecimento das barbaridades que acontecem por aí. Não sei como o mundo resiste com tanta gente ruim, do mal mesmo. Todos temos nosso lado sombrio, mas tem gente que, não sei, acho difícil imaginar recuperação mesmo com muitas reencarnações.
***
Tenho feito trabalhinhos de faculdade. Toda semana tem trabalhinho. Tem um monte de coisas pra ler também. Mas ok, tá tudo sob controle.
***
Carnaval chegando, férias chegando junto. O carnaval deixou de me chamar muita atenção. Eu achava mais legal, mas acabei percebendo que eu gosto mais do pré-carnaval, ensaios de quadra, coisas mais organizadas. Aceitei que sou fresca mesmo, e tudo bem.
Nessas primeiras férias do ano não tenho muitos planos. Mas já pensei em algumas coisinhas pra fazer que não comprometem os planos pro segundo semestre.
Contei pra vocês que no domingo eu ajudei minha mãe a fazer coxinhas?
Sim, coxinhas, aqueles salgadinhos de festa infantil.
Eu tava com uma vontade de comer coxinha, aí eu falei pra minha mãe e ela disse que tinha todos os ingredientes necessários pra fazer, e eu fui pra cozinha aprender mais uma dessas coisas que não são lá muito nutritivas mas que eu adoro. Afinal de contas, meu objetivo é aprender a fazer o que eu gosto. Ou que eu posso vir a gostar. Enfim, coisas que eu tenha vontade de aprender, né.
Eu não bati a massa, porque é difícil e a pessoa tem que ter uma noção prévia, pois tem que ser rápido e com força porque a massa leva muita farinha e fica pesada, e é preciso bater bem com ela ainda no fogo pra não embolotar.
Mas eu modelei as coxinhas, e apesar de no início achar que não levava muito jeito pra coisa e até sugerir que fizéssemos uns quadradinhos pra facilitar, no final eu aprendi o jeito certo e elas ficaram até bem bonitinhas.
Mas vamos ao que realmente importa, né? Ficaram uma delícia. Tanto a massa quanto o recheio ficaram perfeitos. Mais uma das receitas da minha mãe que vão pro meu caderninho. Com estrelinha do lado.
Há dias que tudo que eu quero é falar FODA-SE. Pra tudo. O dia inteiro.
FODA-SE.
FODA-SE.
FODA-SE.
Yes, eu tô de TPM.
Ontem eu estava reclamando da minha dificuldade em escolher um outro livro, e não é que ontem mesmo eu encontrei o livro ideal e o li inteirinho?
O escolhido foi Memória de minhas putas tristes, de Gabriel García Márquez. Estava pra ler esse livro desde que foi lançado, mas foi mais uma dessas coisas que a gente adia por motivos aleatórios e depois acaba esquecendo.
Mas ontem, na minha busca por algo que me despertasse interesse dadas as variáveis do momento, me deparei com o livro e fez-se a luz.
É um livro pequeno, por isso foi possível lê-lo tão rápido, mas com uma história que nos leva pela mão.
Acho que é bem isso que caracteriza os grandes escritores. Essa facilidade em nos transportar pro universo que criam, e ver as coisas acontecendo como se estivéssemos ali.
Nos fazer pensar nos personagens e refletir sobre a vida real, sobre as diferenças, sobre os caminhos, sobre as limitações e os aprendizados.
Memória de minhas putas tristes conta a história de um velho jornalista que somente aos noventa anos ama pela primeira vez. A narração é em primeira pessoa, e o personagem vai tecendo seu auto-retrato página a página.
É uma história de amor daquelas que nascem entre vidas carentes de sentido.
Há uma beleza nesse amor, como há nos amores em geral. Há uma beleza no amor, mesmo em circunstâncias frágeis. Mas há também uma melancolia. A melancolia da tendência humana de se perder em labirintos.
***
Cada vez entendo mais Gabriel García Márquez ser um Nobel da Literatura. Cem anos de solidão é um dos meus romances preferidos.